domingo, 26 de julho de 2015

Pequeno update de "como está a minha vida"



Faz dois meses que estou no meu novo trabalho, e digamos que as coisas melhoraram bastante para mim. Consigo notar que estou muito mais motivada. O facto de trabalhar perto de casa dá-me o luxo de levar uma vida bastante relaxada. Também tenho a sorte de te ir ido parar a um sítio com pessoas com a mesma pancada que eu, e as brincadeiras dentro e fora do trabalho têm sido muitas. Sinto que estou a criar amizades ali, e só me aflige o facto de que as vá perder ao arranjar outro trabalho.
Sim, claro que vou continuar a procurar por trabalho na minha área. E vou reabrir a caça ao emprego depois de voltar das minhas férias. Estou com fésada.
Em Agosto (já daqui a uns dias), vou passar duas semanas em Portugal. Quando regressar pretendo aproveitar o resto de "Verão" que Londres tem para oferecer no último fim-de-semana de Agosto (que é prolongado porque a última segunda-feira do mês é feriado por cá). Depois segue-se o fim-de-semana do meu aniversário na Noruega. E então sim, vou concentrar quase todas as minhas forças e muito do meu tempo na minha vida profissional. Já se sabe que Setembro é um mês de inícios, é um segundo "ano novo", e como já disse outras vezes por aqui, para mim, marca sempre uma viragem.
 

domingo, 19 de julho de 2015

Falemos de alimentação

Acabei de ver o tão falado (por cá) programa do Channel 4 - "World's Best Diet" - que qualifica num ranking dos piores para os melhores, os hábitos alimentares de vários países num top 50. Das coisas mais interessantes que vi ultimamente. Não é de espantar que a dieta mediterrânica esteja no top 3, ou que os países que ficaram muito limitados às importações americanas estejam no fundo da lista. Também se fala de muitas outras coisas, como o "paradoxo francês"(todos aqueles queijos e patês e eles tão saudáveis, as bestas), ou esse veneno que é o xarope de milho (ao qual descobri recentemente que sou intolerante, mas ao menos sou intolerante a uma coisa que não me faz falta nenhuma, amén).

Nunca liguei muito ao tema "alimentação", ou melhor "nutrição". Acho que nunca comi mal, talvez pelo facto de ter crescido numa cidade do meio rural e ter acesso a tudo biológico, principalmente os vegetais e a carne. Quando me mudei para Londres comecei a comer pior, porque é caríssimo ter uma alimentação dita biológica por aqui. Mas agora faço os possíveis. Comecei a aprender mais sobre o que como quando o meu corpo teve uma espécie de "shut down", no início do ano passado. Claro que muito foi devido ao stress, mas muito foi também devido ao meu sistema imunitário estar muito fraco devido à falta de vitaminas e proteína. I know better now, como se diz por aqui. É que eu estava habituada a que as comidinhas boas me aparecessem na mesa e não me importava muito com isso. Agora tenho que ser eu a ir "caçar". Ah, pois.

Outra coisa que é preciso ter em mente, é que o importante é ser saudável e ter um peso equilibrado que nos convém. Andar bem nutrido é andar feliz!

Aqui fica o link http://www.channel4.com/programmes/the-worlds-best-diet/on-demand/

domingo, 12 de julho de 2015

About last night

É verdade que com os anos, ganhamos sabedoria, pelo menos sabedoria emocional. Há mesmo uma grande diferença entre os vinte e poucos e os vinte e muitos. Eu sinto essa diferença. Pena é que nem todos ganhemos essa sabedoria. Ou aqueles que quiseram ser crescidos cedo de mais, passam agora pela fase da adolescência. Agradeço tanto aos meus pais por me terem criado assim, por não me terem deixado deixar de ser garota antes que eu deixasse de o ser. Eles sabem e eu sei que fui garota até bastante tarde e ainda bem que assim aconteceu. Aprende-se bastante quando ainda se vive nesse "mundo encantado dos brinquedos". Brinquei muito e também brincaram muito comigo. Baloicei, baloicei, para trás e para a frente, sempre ao ritmo de quem estivesse a empurrar o baloiço. Agradeço nunca ter tido uma relação séria porque sei que nunca lhe teria dado valor. Porque sempre fui aquela miúda que não queria casar ou ter filhos quando crescesse. Nunca corri atrás do romantismo. Mas no fundo, sempre tive aquela ponta de esperança. Mas a esperança nunca esperou por mim. Talvez seja por isso que agora sei o que quero. Agora não perco tempo, e não dou tempo a pessoas que gostam de perder tempo. Não tenho medo de estar sozinha e finalmente, sinto que também não tenho medo de estar acompanhada. Sei que a vida é para aproveitar, e se é com alguém especial ao lado, ainda melhor. Cresci. Agora sou feliz porque cresci. E puxo pelo meu próprio baloiço.


segunda-feira, 6 de julho de 2015

Coisas que me irritam solenemente

Que falem para mim como se eu fosse uma criança. Ou atrasada mental. Em contexto de trabalho. Passo-me.

E já que estamos nisso, também me irrita que me queiram "adoptar". Tenho um pai e uma mãe e vou fazer 28 anos, sou independente financeiramente e tomei bem conta de mim até aqui. Mas que caraças?


domingo, 5 de julho de 2015

Focus

Tenho que parar de pensar em coisas que não interessam para nada. A quantidade de tempo que eu perco a pensar em coisas que não interessam é deveras muito elevada. Já não tenho idade para isto. Já não tenho idade para estas tretas. Que eu não me faça perder tempo. Fod@-se.